Vendas diretas movimentam R$ 19,5 bilhões no primeiro semestre

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Apesar do cenário econômico brasileiro não estar favorável, o segmento de vendas diretas vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. O setor registrou R$ 19,5 bilhões em volume de negócios no primeiro semestre de 2015 – crescimento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior – entre empresas associadas e não associadas à Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Do mesmo modo, o número de profissionais autônomos atuantes segue estável com, aproximadamente, 4,5 milhões de pessoas.

Segundo dados da associação, quando comparado o desenvolvimento do segundo trimestre de 2015 com o mesmo período do ano anterior, é possível identificar um crescimento de 2,4% – maior que no primeiro trimestre do ano. Já quando analisamos de janeiro a março, com o mesmo período de 2014, a queda foi de 1%. Um dos fatores para a alta é a diversificação do segmento que o torna cada vez mais atrativo para pessoas com perfil empreendedor.

Segundo levantamento da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), só nos últimos quatro anos o segmento registrou um crescimento de 6,7%. O setor de cosméticos e higiene pessoal é o que mais impulsiona o mercado brasileiro, com 84,1%, seguido de produtos para o bem-estar, com 6,7%, artigos para casa e produtos duráveis (4,1%) e roupas e acessórios (3,4%).

Além desses itens citados acima, artigos de moda, produtos de nutrição, livros, produtos de limpeza, linha pet, pacotes de viagem e cursos online são outros exemplos de categorias comercializadas pelas empresas do segmento. Analisando globalmente, o Brasil está em quinto lugar no ranking do faturamento setorial em vendas diretas, atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão, Coreia e Brasil.